The Babadook: Loucura ou atividades paranormais?

the-babadook-poster-evideoclipeHá algum tempo estive procurando um bom filme de terror, e enfim, encontrei. Eu particularmente não gosto muito de filmes deste gênero que mostram monstros, zumbis e afins, gosto mais dos que deixam aquele gostinho de “o que é aquilo?”, nos deixam numa margem de dúvida entre a realidade humana num estado de perturbador de alucinações ou atividades paranormais completamente inexplicáveis.
O filme “The Babadook” é um desses filmes, que assustam sem mostrar nada e nos envolve num ar de mistério e questionamentos. Ele não está totalmente isento da aparição de “coisas”, mas as aparições são feitas num nível equilibrado e pontual e instiga ainda mais a nossa imaginação e inquietação ao decorrer desta excelente produção australiana.
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Em “The Babadook” Amelia (Essie Davis), vive apenas com o filho Samuel (Noah Wiseman) e há seis anos perdeu o marido em um acidente de carro. Amélia não consegue conviver com a perda do marido, além de ter dificuldades para amar seu filho ao qual é um garoto de personalidade totalmente rebelde. Samuel sonha todos os dias com um monstro que invades seu quarto e o assusta, o que faz o garoto atormentar sua mãe todas as noites deixando-a sem dormir e esgotada.
A direção é de Jennifer Kent, que tem no currículo filmes que pouco chamaram a atenção como “O Poço” (1997) e the-babadook-divulgação-2-evideoclipe “Babe: Pig in the City” (1998), mas em “The Babadook” (2014) a também atriz acertou em cheio, sendo elogiado até por William Friedkin, diretor do clássico “O Exorcista” que classificou o título como a produção mais apavorante que já assistiu.
Kent tomou como base um curta metragem de sua própria autoria lançado em 2005, “Monster” que conta a história de uma mãe que defende o filho de um bicho-papão.
the-babadook-divulgação-3-evideoclipeJá o nome “The Babadook” a diretora se inspirou em um nome derivado de um conto popular sérvio.
Um dos principais questionamentos está no fim da trama onde a diretora deixa a dúvida, “Loucura ou atividades paranormais?”
Veja aqui a ficha técnica
 
 

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