Quanto o ser humano é capaz de viver unido?

Qual a diferença real entre os seres humanos, você já parou para pensar nisso?


Foto: divulgação
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No Mundo não é novidade vermos conflitos constantes entre os seres humanos, não me refiro aos pequenos conflitos do dia a dia e sim aos causados de forma holística. São várias causas, cada um com a sua razão, e no meu ponto de vista, todos sem razão. Mas os motivos e razões de conflitos mundiais não é o foco deste artigo, esta introdução visa compreendermos o ponto de vista ao qual coloco neste texto, mais que um artigo ou crítica sobre o filme “Perdido em Marte” (The
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Martian) lançado aqui no Brasil neste dia 01 de outubro, é uma crítica para sociedade ao qual deixo uma pergunta: “Qual a diferença em torcermos fervorosamente pela volta de um ser humano que ficou sozinho em Marte e torcemos fervorosamente pelo acolhimento dos refugiados sírios pelas nações?”. Não vejo diferença por estarmos tratando de seres humanos, porém, o mundo está sensacionalista ao extremo para pensarmos nisso, visto isso, dá mais audiência torcer pela volta de uma pessoa que está em Marte, afinal, “ele está em Marte”, do que cuidarmos de milhares de refugiados que também precisam ser resgatados.
Não avalie esta posição como o que vale mais, e sim qual a diferença entre eles apenas por estarem em lugares diferentes, afinal, são todos seres humanos.
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(FOTO: OSKAR PERNEFELDT / FLICKR/ CREATIVE COMMONS)
Recentemente foi anunciado que o planeta será representado por uma única bandeira, uma criação do designer sueco Oskar Pernefeldt, a proposta de um símbolo que nos represente como um todo, como humanidade. “Esse projeto quer lembrar os habitantes da Terra que nós dividimos esse planeta, independente de fronteiras nacionais, e que devemos tomar conta uns dos outros e do planeta em que vivemos”, disse Oskar.
Acredito ser perfeito, mas infelizmente em quanto não refletirmos o pensamento aqui colocado, os interesses políticos sempre falarão mais alto que está imagem
aí ao lado.
Foto: Cena do filme "Perdido em Marte"
Foto: Cena do filme “Perdido em Marte”
Bom, toda essa filosofia veio com base no novo filme, aqui já citado, estreado por Matt Damon, ao qual ele é um astronauta que é dado como morto após uma feroz tempestade em Marte e é deixado para trás por sua tripulação, mas ele não estava morto e passa a viver de forma hostil no planeta mantendo-se por sua criatividade e vontade de sobreviver. É aí que entra a introdução deste texto, “A milhões de quilômetros de distância, a NASA e uma equipe de cientistas internacionais trabalham incansavelmente para trazer “o marciano” de volta enquanto seus colegas de tripulação simultaneamente traçam uma ousada, se não impossível, missão de resgate. Conforme essas histórias de incrível bravura se desdobram, o mundo se une para torcer pelo retorno seguro de Watney”, diz a sinopse do filme.
Fica aqui então um pensamento para reflexão e um bom motivo para ver o filme, que embora conte uma história simples, traz uma forma de ver o quanto o ser humano é capaz de “se virar nos 30” e o quanto a nossa competência como seres humanos na maioria das vezes está individualizada.
Veja a review do filme Perdido em Marte
Veja a ficha técnica do filme aqui
 

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