Chuck Berry era mais que música, era atitude e liberdade

Ontem o mundo perdeu mais um grande nome, não apenas dá música, mas da representação de liberdade e dá libertação do preconceito, o grandioso Chuck Berry.
Ele era negro, e se colou diante do mundo com a sua imponência musical e atitude promovida pelo Rock And Roll. Num tempo onde o rei era branco (Elvis Presley) e a discriminação era ainda maior.
Beatles e Rolling Stones certamente não existiriam se Berry não tivesse iluminado a música com sua atitude e músicas que soavam exageradas para época. O próprio Keith Richards, apesar das “tretas” (Berry chegou a dar um soco nele uma vez), que faziam parte de seu relacionamento com Berry, disse que ele fora uma de suas maiores inspirações para que se tornasse um guitarrista. Ao saber de sua morte, Richards publicou fotos em suas redes sociais ao lado do grande ídolo.
Tudo o que eu escrever aqui irá soar como mais do mesmo. É triste ter que escrever sobre a morte de alguém, em especial de quem você gosta e admira mesmo sendo apenas como músico, lembro-me bem das coletâneas que eu tinha numa época em que o jornal a Folha de São Paulo criou fascículos com os grandes nomes do rock and roll, tinha Tina Turner, Jerry Lee Lewis e claro, Mr Chuck Berry. Ah como eu ouvi esses CDs.
O que importa aqui é simplesmente ressaltar a importância desse nome para música, Chuck Berry, nome marcado para sempre na história da música e na história de evolução e posicionamento de direitos perante a humanidade.
Embora eu não acompanhace o dia a dia de Berry, eu como músico e amante da música deixo  aqui o registro de minha admiração pelo trabalho desse ícone da cultura mundial, da música e do rock.
#ChuckForever

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