Assistimos Mulher-Maravilha, leia a nossa opinião sobre o filme

Mulher-Maravilha

Quem diria que esse momento chegasse as telonas, um loga metragem de “Mulher-Maravilha” está aí após 75 anos de sua estréia nos quadrinho e única aparição ao mundo audiovisual quando Lynda Carter imortalizou a personagem na serie dos anos 70.

Para um personagem e símbolo feminista tão importante como  ela, a tentativa de um longa não poderia ser descartada, especialmente num momento em que vivemos talvez o maior “boom” de aparições de super heróis nos cinemas, e as expectativas sobre eles são cada vez maiores e as exigências também, considerando os que estão ingressando à este universo e aos milhares e milhares de fãs espalhados por todo o planeta.

A começar pela seleção de casting que achei sensacional para o filme, meu destaque vai para Gal Godat. Seu porte de modelo poderia ter sido descartado se durante a escolha da atriz tivessem pensado na associação entre bravura e força que a personagem tem, mas ao contrário, pensaram na representatividade da mulher e embora eu não conheça as outras atrizes que passaram pela seleção, creio que Godat foi a escolha perfeita.

As ligações com os demais filmes do universo DC Comics estão bem evidentes e o gancho para dar inicio à história da heroína foi bem adequada, considerando que Bruce Wayne já tinha encontrado a fotografia de Diana quando ela lutou na Segunda Guera Mundial. A partir desta foto o filme faz um imersão às origens da pequena princesa Amazonas nos levando até a ilha de Themyscira onde desde cedo a pequena já aflora seus instintos de guerreira e acaba sendo treinada por sua tia Antíope (Robin Wright) o que aflora ainda mais sua valentia e a leva a desenvolver poderes nunca vistos na ilha.

Uma introdução muito interessante que apresenta a personagem de forma sucinta porém suficiente para identificação do público, onde é possível entender de onde ela veio, como ela surgiu e quem são as Amazonas, até a chegada de Steve Trevor (Chris Pine) que pontua a transição entre a introdução até a ida da personagem para a guerra, onde conhecemos novos personagens incluindo a Dra. Veneno, personagem clássica dos quadrinhos. A partir de então temos uma nova trama voltada para as resoluções da guerra e a gana de Diana pela eliminação do Deus da guerra Ares. Temos então cenas de muita ação mixadas com leve toque de romance entre Diana e Trevor, tudo moderado, nada forçado e sem nenhum apelo, ficando apenas a cargo de uma única cena um pequeno vestígio de que algo aconteceu entre os dois.

Nas cenas de ação os destaques ficam por conta do “slow motion” que valorizam as cenas e mostram ataques incríveis da heroína em ação. Os elementos gráficos já não são mais um diferencial, embora bons, não podemos considerá-los um diferencial mas ajudam para cumprir seu papel básico de nos levar à ficção e enaltecer os poderes da filha de Zeus e nos leva à uma nova transição dentro filme onde a “Mulher-Maravilha” se coloca diante de seu único objetivo ao vir para a terra dos homens. O que incomoda um pouco são as poses aramadas em algumas cenas o que as deixam de certa forma artificiais, mas nada que seja comprometedor ao filme.

A escolha por uma diretora (Patty Jenkins) colabora para que seja possível acima de tudo mostrar o equilíbrio entre a sensibilidade e a força da mulher de um jeito natural e sem a necessidade brutalidade, portanto, vemos uma heroína de corpo esbelto, um rosto delicado mas expressivo e atitude forte, objetiva, sentimental e dedicada.

Quando a personagem apareceu pela primeira vez em “Batman vs Superman” já foi possível perceber que a Warner acertou em cheio em quem representaria o personagem e o quanto expressiva e importante ela continuaria sendo dentro do universo DC.

De acordo com a Forbes, até hoje, em nível mundial, Mulher Maravilha já alcançou porco mais de US$ 600 milhões.

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