Crítica do Filme – Jogos Mortais: Jigsaw | Morreu ou não morreu?

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Sete anos após o último filme lançado, James Wan (diretor, produtor e roteirista) retorna com o oitavo filme da franquia, intitulado Jogos Mortais: Jigsaw e volta a perturbar os telespectadores com a inteligência de John Krammer (Tobin Bell).

John Krammer (Tobin Bell) morreu no terceiro filme da franquia, porém nos filmes seguintes sempre idealiza-se que ele tenha deixado seguidores que utilizam de suas práticas, nesse não foi diferente.

Na história, corpos aparecem com pequenas peças de um quebra-cabeça que foram arrancados de si. Para investigar o caso, são escalados o detetive Halloran (Callum Keith Rennie), detetive Keith (Clé Bennett), legista Logan (Matt Passmore) e sua assistente Eleanor (Hannah Emily Anderson).  Como de costume, são encontradas fitas com a voz de Krammer, criando a dúvida: Morreu ou não morreu?

Nos filmes anteriores, o suspense estava nas incríveis máquinas criadas para brincar com as vítimas e no que o jogo consistia. Nesse último, percebemos que o suspense fica por conta da demora que cada vítima leva para decidir o que fazer.

A busca pelo culpado de tais mortes, se bem analisado, torna-se completamente previsível.

Mesmo com todos os furos que o filme possui, para os fãs do longa, a tortura psicológica e física com cada vítima por não valorizar a própria vida ainda é fascinante e genial.

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