Crítica do Filme – Jumanji: Bem-Vindo à Selva | Você também vai querer jogar!

“Jumanji: Bem-Vindo à Selva” é uma obra derivada de “Jumanji” de 1995, dirigido por Joe Johnston. Dessa vez você não vai temer Jumanji, mas vai querer entrar nele!
O primeiro filme conta a história de um tabuleiro mágico que para sobreviver é necessário chegar ao fim do jogo. Com muito suspense, aventuras e medo do que estava por vir, o filme de 1995 marcou a infância de muitos. Nesse segundo filme, o tabuleiro foi substituído por um vídeo-game e todo o suspense por humor, graça e espontâneidade.
Um grupo de jovens que estão no castigo da escola encontram o vídeo-game, escolhem seus avatares e apertam play. A surpresa é que eles são sugados para dentro do jogo com a forma dos personagens que escolheram. O nerd Spencer (Alex Wolff) agora é o forte e destemido Dr. Bravestone (Dwayne Johnson),  o jogador de futebol americano Fridge (Ser’Darius Blain) agora é o pequeno Mouse Finbar (Kevin Hart), a garota popular e fútil Bethany (Madison Iseman) agora é o Professor Shelly (Jack Black) e a estudiosa Martha (Morgan Turner) transforma-se na bela Ruby Roundhouse (Karen Gillan). O longa tem ainda a participação de Nick Jonas como Alex. Além da irônia sendo os personagens o oposto de cada um na vida real, a trama mostra a importância da confiança e da amizade.
Com um cenário surpreendente, o filme tem um leve suspense e um humor puro, sem palavrões ou piadas pesadas. Não tem cenas pós-créditos e não é necessário ter assistido o primeiro para entender a história. Um aventura da qual você adoraria fazer parte.
 
 

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